sexta-feira, 21 de maio de 2010

A próxima é minha - tem Mr. Frog Rock Band



Pois é galera! Já tínhamos inscritos no "A próxima e minha" edição 5; mas nenhum de nós pode participar da reunião porque estávamos atarefados. Mas para a 6ª edição, deu tudo certo, mais do que esperávamos!

Fiz a inscrição na comunidade no Orkut e só depois me deparei que tinham fechado as inscrições quatro mensagens atrás. Ficamos chateados, mas mesmo assim liguei para o Renato (um dos visionários do projeto) falando sobre a inscrição após o encerramento. Ele não prometeu nada, mas deixou uma luz para ser seguida: a reunião também é eliminativa, ou seja, se a banda for classificada nas inscrições, mas não participar da reunião, está fora para dar o espaço aos possíveis suplentes.

Chamei Tauile para ir comigo a reunião ontem, quinta-feira, vinte de maio, meu aniversário e também de Palmas. Saímos às 18h de Porto e Chegamos ao local da Reunião, em Palmas, 49 minutos depois. Não dava para perceber: eu e Tauile estávamos tensos, pois não era garantida ainda a participação no evento. quatro bandas tinham que estar ausentes na reunião. Era necessário pelo menos um participante de cada grupo. Então veio a surpresa!

No momento da chamada, quatro participantes não enviaram representantes, a banda estáva dentro. Só dei um pulo de alegria quando estava no estacionamento, perto do carro e longe das pessoas para elas não perceberem. Liguei para os outros membros de imediato.

A importância da participação.

Quando vi no programa Lobotomia, da MTV, apresentado pelo ídolo rebelde oitentista, Lobão, que nos EUA as bandas independentes tocam no país inteiro por conta das Universidades, fiquei um pouco decepcionado com o valor que dão as bandas que lutar aqui no Brasil por um mísero espaço.

Lembrei-me, também, que os movimentos aqui surgem do voluntáriado e isso é mais desafiador que se aproveitar de burocracias organizadas como é o caso das universidades americanas. Bandas do Punk paulista como Inocentes, Garotos Podres, Ratos de Porão e as levas brasilienses como Aborto Elétrico (Legião e Capital Inicial), Plebe Rude, Paralamas surgiram de levantes como o "A próxima é minha".

Vejo que os organizadores-sonhadores do evento têm uma peculiaridade visionária que estava faltando em Palmas e Tocantins. Em toda história do rock foi o sonho que impulsionou o reconhecimento de bandas desconhecidas pelo público. Percebo que uma história está sendo escrita e ultrapassará as fronteiras do Tocantins.

Parabéns à equipe!

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